Sabe aquele momento quando você fala: “Filho, não coloca a mão aí, você vai se machucar!”. Alguns minutos depois, ele olha para você, com a mão a postos, aquela cara de sapeca, e você fala novamente: “Filho, olha....Cuidado....!”

Nesta segunda vez, você sente que o assunto está encerrado e deixa de prestar atenção, até que escuta: “Buáááááááááááá”. Você corre para ver o que aconteceu e vê que o menino colocou a mão lá. E diz: “Mas filho, eu não falei para não fazer isso?”

Histórias como essa são partes essenciais de desenvolvimento do ser humano. Você, como observador do mundo, enxerga aquela possibilidade. O seu filho, observador tanto quanto você, enxerga outras coisas. E nada como nos experimentarmos e, em seguida, refletirmos sobre tais experiências, para alterarmos o observador que somos do mundo.

Hoje, traço um paralelo entre esse conceito e o momento que vivemos na Rede Ubuntu. Acabamos de entrar em novo ciclo, novo setênio, com modelo organizacional novo, processo decisório novo, site novo, Réupi novo, ao mesmo tempo em que certos rituais nossos (Entre Nós, As Raízes, Sentindo o Clima, etc.) atingiram a maturidade. Agora, o que mais precisamos é experimentar.

Viver estas novas possibilidades criadas para nós nesse último ano e, assim, refletirmos sobre tais experiências e irmos crescendo, amadurecendo como indivíduos e nossas relações.

Sonhamos com novos modelos organizacionais. Sonhamos com novos modelos de atuação no mundo. Mas não basta sonhar.... É preciso experimentar, viver, sentir tais novos modelos e evoluir...Muitas vezes não adianta falar. É preciso viver!

E você, tem falado, falado, falado, sem experimentar? Que tal agora? Que tal começar pequeno e descobrir novas possibilidades?

Lindo dia a todos!

 

 

 

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Oito fatores sobre infelicidade no trabalho

Está difícil ir para o trabalho todo dia? As horas não passam, as atividades não rendem. E isso te deixa insatisfeito, querendo que o fim de semana chegue logo para te deixar bem longe do escritório?

Hoje, por conta da crise política e econômica no Brasil, há muita pressão nas empresas por melhores resultados. A redução das equipes também aumentou a carga de trabalho. Com o país melhorando, a tendência é que essas questões sejam superadas.

Mas, se você se pergunta “O que estou fazendo aqui?”, vale a pena dar mais atenção a essa inquietação, como mostra o site americano Business Insider , um dos mais respeitados na área, que acaba de publicar uma lista com oito fatores que indicam a infelicidade no trabalho:

✓ Você não se identifica com colegas no escritório. 

✓ Você não concorda com a gestão de seu chefe. 

✓ Você odeia os domingos (principalmente à noite). 

✓ Você não se considera suficientemente remunerado.

✓ Você nunca vê seus amigos e família. 

✓ Você não consegue se concentrar. 

✓ Você reclama do trabalho — o tempo todo. 

✓ Você está muito irritável. 

 

Muitas pessoas se acomodam com essa situação. Outras param para refletir sobre seu dilema profissional, pois não querem desperdiçar seus talentos nem tempo. Pode ser algo passageiro ou, de fato, é preciso reencontrar sentido, alegria e motivação, por mais que você goste do que faz.

Nós, da Rede Ubuntu, desenvolvemos o RUA, programa para acabar com o desperdício de talentos no mundo. São sete encontros para você se aprofundar em seu propósito e encontrar os caminhos para empreendê-lo, usando seus talentos e respeitando os seus valores.

Você dificilmente sairá do RUA dizendo que ainda não sabe o que fazer da vida!

Vem pro RUA! Quer saber mais, clique.

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É com muita emoção que escrevo estas linhas... Neste mesmo dia, 8 de Junho, há 8 anos, você nascia...

Pequena, uma linda sementinha brotando e dando seu ar da graça. E são 8 anos dedicados a você, um sonho antigo que sei lá de que dimensão... Um sonho que tive a honra, o orgulho, a luz de parir. E lá estava eu, cheio de planos, cheio de desejos, e também com medo, com incertezas do que rolaria... será que eu vou dar conta? Como faz?

E entre muitas alegrias, inspirações, amor, entusiasmo, e também frustrações, medos, incertezas, nós amadurecemos. Eu amadureci e você também.

E aproveito este momento lindo, de celebração para te contar algo.... Nestes últimos três anos, tenho passado por mais um processo de grande transformação, entre tantos que já passei e entre tantos que certamente passarei. O reconhecimento integral, e não apenas mental, de que você, a filha que pari, a nossa amada Rede Ubuntu, é do mundo e não só minha. Fui um canal, uma via para que esse ser de luz viesse para cá, mas muito além de ser uma filha minha, você é um ser deste planeta.

Claro que nos seus anos iniciais, pela profunda dependência, de nutrição, de higiene, de saúde, de amor, é como se existisse uma confusão entre quem é quem... Quase como se fossemos um só.

Os anos se passaram e você cresceu. Tem seus desejos, suas escolhas, suas decisões.... e em um processo simples e também complexo, percebo que é preciso dar espaço. Dar respiro, para que você possa se manifestar, se expressar com todo o seu esplendor no mundo.

E é neste momento que me encontro amada Rede Ubuntu. É chegada a hora de você caminhar, de cumprir aquilo que veio fazer neste planeta e justamente neste momento da humanidade. Estarei sempre aqui, para o que der e vier.... Só que é chegada a hora de você ir.... É chegada a hora de você voar...

E a ótima notícia que não está só nessa jornada. Desde os meses iniciais já éramos muitos mais, e o maravilhoso é que as conexões só tem crescido. Seguimos só e juntos, indivíduos dentro de comunidades.

Gratidão a todos que fazem parte desta jornada. Gratidão por poder viver todas estas experiências.... em rede!

Ubuntu. Eu sou porque você é. Você é porque nós somos.

Edu Seidenthal

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O futuro de RH

Sábado, 03 de Junho, celebra-se o dia do profissional de RH, e aproveito aqui a oportunidade para refletir um pouco sobre o futuro desta profissão.

Cada vez mais estou convicto que esta profissão está com os dias contados. Vai morrer, ou melhor, já está morrendo.

Isso mesmo. Celebre enquanto é tempo!

Pode estar rolando uma vozinha agora dentro de você: “Você tá louco, Edu?”

Respira..... calma.....

Vai morrer do jeito que a conhecemos, e como tudo neste mundo, vai se transformar para emergir de um novo jeito, com outro propósito!

A começar pelo nome: Recursos Humanos. Um nome que fez sentido desde os tempos da Revolução Industrial até os dias de hoje. Profissionais dedicados a gerir recursos, como o próprio nome diz. Profissionais recrutando, alocando, e treinando recursos para que estes entregassem o máximo resultado possível, no menor custo, e na velocidade mais rápida.

O mundo mudou.... Além de custo, resultado, velocidade, soma-se adaptação, criatividade, sentido, inovação, interdependência, colaboração..... Os níveis de consciência vem evoluindo, e as organizações por consequência estão sendo forçadas a mudar. Como dito no livro “Reiventing Organizations”, de Frederic Laloux, as organizações operando no nível de consciência “teal” já nem mais RH tem....

Possuem coaches, facilitadores, que são chamados apenas quando as equipes estão travadas em alguma questão e precisam de apoio para que elas próprios resolvam suas questões, respondam determinadas perguntas, e possam assim continuar caminhando. Criando E entregando, com profundidade E rapidez, colaborativo E competitivo.

Em um mundo líquido, fluído, aberto, transparente, as organizações cada vez mais precisam de facilitadores, educadores (no sentido mais amplo da palavra), coaches, palhaços, contadores de histórias, etc... Aquelas pessoas em que se pode confiar, que se pode mostrar a sua vulnerabilidade, que pode honrar o humano que existe nela para que se honre o humano que existe em você.

Queridos amigos de RH: parabéns pela trajetória até aqui, E TAMBÉM, desapeguem já deste modelo.... e caminhem!

E você pode estar com a vizinha novamente: “Mas como Edu? Minha empresa, meu gestor não me deixam....”

#ficaadica: Invista muito em sua transformação.... pois ao se trabalhar, você estará mexendo no sistema todo! Essa é a essência do EUpreendedorismo.

Ubuntu. Eu sou porque você é. Você é porque nós somos.

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Neste episódio, Edu Seidenthal traz sua reflexão sobre o 'e' uma vez que todos nós enxergamos partes da da realidade e muitas vezes o que enxergamos é complementar entre si. Entre eu e o outro.

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Sabe aquele momento quando você fala: “Filho, não coloca a mão aí, você vai se machucar!”. Alguns minutos depois, ele olha para você, com a mão a postos, aquela cara de sapeca, e você fala novamente: “Filho, olha....Cuidado....!”

Nesta segunda vez, você sente que o assunto está encerrado e deixa de prestar atenção, até que escuta: “Buáááááááááááá”. Você corre para ver o que aconteceu e vê que o menino colocou a mão lá. E diz: “Mas filho, eu não falei para não fazer isso?”

Histórias como essa são partes essenciais de desenvolvimento do ser humano. Você, como observador do mundo, enxerga aquela possibilidade. O seu filho, observador tanto quanto você, enxerga outras coisas. E nada como nos experimentarmos e, em seguida, refletirmos sobre tais experiências, para alterarmos o observador que somos do mundo.

Hoje, traço um paralelo entre esse conceito e o momento que vivemos na Rede Ubuntu. Acabamos de entrar em novo ciclo, novo setênio, com modelo organizacional novo, processo decisório novo, site novo, Réupi novo, ao mesmo tempo em que certos rituais nossos (Entre Nós, As Raízes, Sentindo o Clima, etc.) atingiram a maturidade. Agora, o que mais precisamos é experimentar.

Viver estas novas possibilidades criadas para nós nesse último ano e, assim, refletirmos sobre tais experiências e irmos crescendo, amadurecendo como indivíduos e nossas relações.

Sonhamos com novos modelos organizacionais. Sonhamos com novos modelos de atuação no mundo. Mas não basta sonhar.... É preciso experimentar, viver, sentir tais novos modelos e evoluir...Muitas vezes não adianta falar. É preciso viver!

E você, tem falado, falado, falado, sem experimentar? Que tal agora? Que tal começar pequeno e descobrir novas possibilidades?

Lindo dia a todos!

 

 

 

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Está difícil ir para o trabalho todo dia? As horas não passam, as atividades não rendem. E isso te deixa insatisfeito, querendo que o fim de semana chegue logo para te deixar bem longe do escritório?

Hoje, por conta da crise política e econômica no Brasil, há muita pressão nas empresas por melhores resultados. A redução das equipes também aumentou a carga de trabalho. Com o país melhorando, a tendência é que essas questões sejam superadas.

Mas, se você se pergunta “O que estou fazendo aqui?”, vale a pena dar mais atenção a essa inquietação, como mostra o site americano Business Insider , um dos mais respeitados na área, que acaba de publicar uma lista com oito fatores que indicam a infelicidade no trabalho:

✓ Você não se identifica com colegas no escritório. 

✓ Você não concorda com a gestão de seu chefe. 

✓ Você odeia os domingos (principalmente à noite). 

✓ Você não se considera suficientemente remunerado.

✓ Você nunca vê seus amigos e família. 

✓ Você não consegue se concentrar. 

✓ Você reclama do trabalho — o tempo todo. 

✓ Você está muito irritável. 

 

Muitas pessoas se acomodam com essa situação. Outras param para refletir sobre seu dilema profissional, pois não querem desperdiçar seus talentos nem tempo. Pode ser algo passageiro ou, de fato, é preciso reencontrar sentido, alegria e motivação, por mais que você goste do que faz.

Nós, da Rede Ubuntu, desenvolvemos o RUA, programa para acabar com o desperdício de talentos no mundo. São sete encontros para você se aprofundar em seu propósito e encontrar os caminhos para empreendê-lo, usando seus talentos e respeitando os seus valores.

Você dificilmente sairá do RUA dizendo que ainda não sabe o que fazer da vida!

Vem pro RUA! Quer saber mais, clique.

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É com muita emoção que escrevo estas linhas... Neste mesmo dia, 8 de Junho, há 8 anos, você nascia...

Pequena, uma linda sementinha brotando e dando seu ar da graça. E são 8 anos dedicados a você, um sonho antigo que sei lá de que dimensão... Um sonho que tive a honra, o orgulho, a luz de parir. E lá estava eu, cheio de planos, cheio de desejos, e também com medo, com incertezas do que rolaria... será que eu vou dar conta? Como faz?

E entre muitas alegrias, inspirações, amor, entusiasmo, e também frustrações, medos, incertezas, nós amadurecemos. Eu amadureci e você também.

E aproveito este momento lindo, de celebração para te contar algo.... Nestes últimos três anos, tenho passado por mais um processo de grande transformação, entre tantos que já passei e entre tantos que certamente passarei. O reconhecimento integral, e não apenas mental, de que você, a filha que pari, a nossa amada Rede Ubuntu, é do mundo e não só minha. Fui um canal, uma via para que esse ser de luz viesse para cá, mas muito além de ser uma filha minha, você é um ser deste planeta.

Claro que nos seus anos iniciais, pela profunda dependência, de nutrição, de higiene, de saúde, de amor, é como se existisse uma confusão entre quem é quem... Quase como se fossemos um só.

Os anos se passaram e você cresceu. Tem seus desejos, suas escolhas, suas decisões.... e em um processo simples e também complexo, percebo que é preciso dar espaço. Dar respiro, para que você possa se manifestar, se expressar com todo o seu esplendor no mundo.

E é neste momento que me encontro amada Rede Ubuntu. É chegada a hora de você caminhar, de cumprir aquilo que veio fazer neste planeta e justamente neste momento da humanidade. Estarei sempre aqui, para o que der e vier.... Só que é chegada a hora de você ir.... É chegada a hora de você voar...

E a ótima notícia que não está só nessa jornada. Desde os meses iniciais já éramos muitos mais, e o maravilhoso é que as conexões só tem crescido. Seguimos só e juntos, indivíduos dentro de comunidades.

Gratidão a todos que fazem parte desta jornada. Gratidão por poder viver todas estas experiências.... em rede!

Ubuntu. Eu sou porque você é. Você é porque nós somos.

Edu Seidenthal

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Sábado, 03 de Junho, celebra-se o dia do profissional de RH, e aproveito aqui a oportunidade para refletir um pouco sobre o futuro desta profissão.

Cada vez mais estou convicto que esta profissão está com os dias contados. Vai morrer, ou melhor, já está morrendo.

Isso mesmo. Celebre enquanto é tempo!

Pode estar rolando uma vozinha agora dentro de você: “Você tá louco, Edu?”

Respira..... calma.....

Vai morrer do jeito que a conhecemos, e como tudo neste mundo, vai se transformar para emergir de um novo jeito, com outro propósito!

A começar pelo nome: Recursos Humanos. Um nome que fez sentido desde os tempos da Revolução Industrial até os dias de hoje. Profissionais dedicados a gerir recursos, como o próprio nome diz. Profissionais recrutando, alocando, e treinando recursos para que estes entregassem o máximo resultado possível, no menor custo, e na velocidade mais rápida.

O mundo mudou.... Além de custo, resultado, velocidade, soma-se adaptação, criatividade, sentido, inovação, interdependência, colaboração..... Os níveis de consciência vem evoluindo, e as organizações por consequência estão sendo forçadas a mudar. Como dito no livro “Reiventing Organizations”, de Frederic Laloux, as organizações operando no nível de consciência “teal” já nem mais RH tem....

Possuem coaches, facilitadores, que são chamados apenas quando as equipes estão travadas em alguma questão e precisam de apoio para que elas próprios resolvam suas questões, respondam determinadas perguntas, e possam assim continuar caminhando. Criando E entregando, com profundidade E rapidez, colaborativo E competitivo.

Em um mundo líquido, fluído, aberto, transparente, as organizações cada vez mais precisam de facilitadores, educadores (no sentido mais amplo da palavra), coaches, palhaços, contadores de histórias, etc... Aquelas pessoas em que se pode confiar, que se pode mostrar a sua vulnerabilidade, que pode honrar o humano que existe nela para que se honre o humano que existe em você.

Queridos amigos de RH: parabéns pela trajetória até aqui, E TAMBÉM, desapeguem já deste modelo.... e caminhem!

E você pode estar com a vizinha novamente: “Mas como Edu? Minha empresa, meu gestor não me deixam....”

#ficaadica: Invista muito em sua transformação.... pois ao se trabalhar, você estará mexendo no sistema todo! Essa é a essência do EUpreendedorismo.

Ubuntu. Eu sou porque você é. Você é porque nós somos.

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Neste episódio, Edu Seidenthal traz sua reflexão sobre o 'e' uma vez que todos nós enxergamos partes da da realidade e muitas vezes o que enxergamos é complementar entre si. Entre eu e o outro.

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