Um tema crítico, frequente nesses 10 anos de trabalho em programas de construção de equipes e também no coaching com centenas de executivos, são as conversas pendentes.

Neste momento: Quantas conversas pendentes você tem?

QUAL ESTÁGIO DO EUPREENDEDORISMO VOCÊ ESTÁ?

O EUpreendedorismo é um processo cíclico, com várias etapas e desafios. Entender onde você se encontra e suas necessidades é fundamental para seguir na caminhada, com clareza e consciência. 

Hoje, um dos meus ídolos faria 100 anos. Nelson Mandela, ou para os mais íntimos, Madiba.

Nossos ídolos revelam muito do que reverbera dentro de nós. Valores, atitudes e características admirados e que, de alguma maneira, revelam os pilares que nos movem.

SEI QUASE NADA SOBRE UBUNTU

Entrei em contato com a palavra Ubuntu em 2006. Assistia ao filme “Em Minha Terra” (In My Country), indicado por minha terapeuta à época, Luiza Lage, pela abordagem de questões na África do Sul, após o fim do regime de segregação racial. Ao ouvi-la pela primeira vez, foi como se sentisse um chamado. “É isso, Ubuntu! É isso que o mundo está precisando!”.

Pedi demissão há 10 anos, deixando o cargo de Diretor de Marketing para América Latina da Johnson & Johnson, para dar início à jornada rumo ao meu propósito. Desde então, aprendi, conquistei, errei, caí e levantei...vivi.

Um tema crítico, frequente nesses 10 anos de trabalho em programas de construção de equipes e também no coaching com centenas de executivos, são as conversas pendentes.

Neste momento: Quantas conversas pendentes você tem?

O EUpreendedorismo é um processo cíclico, com várias etapas e desafios. Entender onde você se encontra e suas necessidades é fundamental para seguir na caminhada, com clareza e consciência. 

Hoje, um dos meus ídolos faria 100 anos. Nelson Mandela, ou para os mais íntimos, Madiba.

Nossos ídolos revelam muito do que reverbera dentro de nós. Valores, atitudes e características admirados e que, de alguma maneira, revelam os pilares que nos movem.

Entrei em contato com a palavra Ubuntu em 2006. Assistia ao filme “Em Minha Terra” (In My Country), indicado por minha terapeuta à época, Luiza Lage, pela abordagem de questões na África do Sul, após o fim do regime de segregação racial. Ao ouvi-la pela primeira vez, foi como se sentisse um chamado. “É isso, Ubuntu! É isso que o mundo está precisando!”.

Pedi demissão há 10 anos, deixando o cargo de Diretor de Marketing para América Latina da Johnson & Johnson, para dar início à jornada rumo ao meu propósito. Desde então, aprendi, conquistei, errei, caí e levantei...vivi.