Ser coach: conexão genuína

Ser coach é a arte de poder acompanhar outro ser humano em uma transição a partir dele mesmo, utilizando técnicas próprias ao coaching e ferramentas de diversas áreas de conhecimento. Esta transição implica em mudanças comportamentais que liberam o coachee para o desenvolvimento de competências pessoais e profissionais. 
  
Ser coach é exercer uma escuta ativa ao acompanhar o coachee para ampliar seu olhar e criar espaços para que ele descubra novas possibilidades e se permita sair da situação atual de insatisfação. É conduzir o coachee em um processo que leva à satisfação consigo mesmo, ao descobrir novas formas de atuar no mundo. 
  
O coach necessita de um estado de presença frente ao outro para destinar toda a sua atenção ao processo vivido pelo coachee de forma acolhedora e generosa. Ele traz o suporte que conduz o coachee a um espaço seguro no qual sente que não está sozinho. Por ter interesse legítimo, o coach está sempre atento aos próprios julgamentos quando escuta, para que possa realmente estar a serviço do outro. 
 
Em uma cultura que nos ensina a necessidade de ter respostas, ser coach é viver na abertura, no questionamento sem emitir opiniões sobre os assuntos do coachee, para estar genuinamente conectado com o momento presente do coachee. E, ao trazer uma observação, um olhar sobre a situação, o coach não domina a conversa, apenas flui com ela. Ser coach é ter amor pelas perguntas. Os incômodos e dores do coachee serão conduzidos de acordo com o processo de autoconhecimento. A possibilidade de ampliar o olhar pela situação que lhe causa incomodo parte da busca pela compreensão dos caminhos possíveis para se transformar e fazer a transição que ambiciona.  
 
Aprendemos socialmente que precisamos controlar tudo, predizer e acertar. E isso, normalmente, traz um peso para a vida e também é causa de muitas frustrações. Nos 
processos de autoconhecimento compreende-se que não há controle do que é exterior e, quando conseguimos ressignificar nossas histórias, estamos também nos conectando com o aprendizado necessário para que se possa seguir adiante, perceber o que trazemos essencialmente em nós. É possível reconhecer, nominar e, por fim, soltar aqueles julgamentos e crenças que não servem mais. Então, a mudança acontece.  
 
Há diversas nomenclaturas para processos de coaching, como profissional, pessoal, de vida integral, ontológico, por exemplo. Há os coaches que se especializam por ramos de atividade, como financeiro, emagrecimento, alimentação, familiar, liderança, entre outros. Precisa fazer sentido para quem está em busca deste processo. Vale lembrar que o profissional está a serviço do coachee, a serviço de acompanhar a história de cada um, e conectado, por meio de técnicas e ferramentas de diversas áreas, trazendo seu olhar e interpretação não como verdade absoluta e, sim, como possibilidade de ampliação de olhar e escuta.  

 

 

Ana Zacharias
Meu propósito é acompanhar pessoas no reconhecimento da sua autenticidade e da liberdade que o autoconhecimento proporciona. Atuo como coach, sou criadora e facilitadora de programas de autoconhecimento, mentora e integrante do board do projeto Libria, cofundadora do Villa Coworking. Formada em coaching ontológico pela Newfield Network no Chile; Executive e Life Coach pela ICI. 

Vera Regina Meinhard Cobellache 
Utilizo meus talentos, conhecimentos e experiências para contribuir com o seu desenvolvimento. Acompanho você em suas transições criando os movimentos que te despertam para uma vida consciente e integrada. Juntos vamos colocar luz na melhor versão de você mesma(o). Conheça mais sobre mim e sobre a opinião dos meus clientes: https://www.vreginacoaching.com/copia-depoimentos-temoignages.